

Que a fotografia seja a continuidade do olhar que os meus olhos teimam em perder.

Mais informação acerca deste projecto aqui: http://periferias.mef.pt/ficheiros/periferias.htm

Texto: Luís Rocha

Conceito


2ª parte da reportagem aqui: http://www.flickr.com/photos/paulojrsimoes/sets/72157615160377460/detail/

O Convento da Arrábida, construído no século XVI, abrange, ao longo dos seus 25 hectares, o Convento Velho, situado na parte mais elevada da serra, o Convento Novo, localizado a meia encosta, o Jardim e o Santuário do Bom Jesus. No alto da serra, as quatro capelas, o conjunto de guaritas de veneração dos mistérios da Paixão e algumas celas escavadas nas rochas formam aquilo a que convencionou chamar-se o Convento Velho.O convento foi fundado em 1542 por Frei Martinho de Santa Maria, franciscano castelhano a quem D. João de Lencastre (1501-1571), primeiro duque de Aveiro, cedeu as terras da encosta da serra.Anterior à construção, existia onde é hoje o Convento Velho, a Ermida da Memória, local de grandes romarias, junto da qual, durante dois anos, viveram, em celas escavadas nas rochas, os primeiros quatro frades arrábidos: Martinho de Santa Maria, Diogo de Lisboa, Francisco Pedraita e São Pedro de Alcântara.
No âmbito do curso de fotografia profissional da APAF - Associação Portuguesa de Arte fotográfica - Módulo de fotografia de Turismo.
1ª parte da reportagem aqui:
http://www.flickr.com/photos/paulojrsimoes/sets/72157615160377460/



Carnaval - no âmbito do curso de fotografia profissional na APAF - Associação Portuguesa de Arte Fotografica.

“Não é novidade que o graffiti é comummente associado a vandalismo, a delinquência, a jovens de bairros sociais e de classes mais desfavorecidas. No entanto, alguns dos jovens graffiters empenham-se em diversas estratégias de legitimação que tentam transmitir uma imagem positiva, construtiva e artística do graffiti. Resta também saber se a entrada do graffiti nos circuitos legais e as estratégias de legitimação e integração são da iniciativa dos próprios writers ou das autarquias, com vista a integrar e controlar o fenómeno, evitando que se propague na sua vertente ilegal e marginal, provavelmente com maior prejuízo de todos.”
Sebastião Ribeiro Salgado é um fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar.
Encontrei no You Tube, um documentário da série "Contacts" sobre a obra do fotógrafo Josef Koudelka. O filme apresenta dezenas de imagens mostradas através das provas de contacto extraídas do seu acervo. Viajou para Praga um dia antes da invasão das forças armadas do Pacto de Varsóvia e fotografou tudo aquilo que ocorreu pelas ruas da capital. Um ano depois estas imagens foram levadas a Elliot Erwitt, presidente de Magnum e distribuídas pelas melhores revistas internacionais.
Koudelka é desde 1971, um dos 79 fotógrafos da Magnum.
1ª parte do documentário - http://es.youtube.com/watch?v=G0vGiOHAfbQ
2ª parte do documentário - http://es.youtube.com/watch?v=gei1PnaVAro
Os seus dados na Magnum

aparece retratada a crise de identidade nacional com a bandeira caída, sem ânimo e com um horizonte muito cinzento.
mostra a fragmentação da sociedade e a bipolaridade entre os “rosas” e os “laranjas” onde se prevê a necessidade de partir muita pedra até o caminho estar terminado.


pequenas poupanças que “engordam” alguns, mas em que, no final, apenas ficamos com as migalhas…


















As aves estavam muito longe e os meu 400 mm de lente mal deram para lhes pôr os olhos em cima. Com um “crop” bastante apertado lá saiu esta que me agradou minimamente.

Pronto, lá recebi uma Menção Honrosa na “Meia maratona fotográfica de Setúbal”.